domingo, 30 de dezembro de 2012

Poesia para a Esperança [Feliz 2013]















Balanço de mar, balanço manso de vida que passa
Da janela de casa, dos  altos morros em outras terras
Entre olhares de um verde, cor de chão depois de chuva
Chuvaradas de fim de ano no alto dessas serras

Vão se indo o que antes já vinha vindo em direção
Em emoção valsada na esperança de outros dias
Criando círculos de amizades destoantes sem dissidência
Vão se indo as tristezas e renovando novas alegrias.

Novos dias, novos meses, onde cada um é de novo
O novo que pode ser tudo o que quiser
Desde chuva mansa que passa sem graça
Até sorrisos plenos, tão serenos quanto puder

E a vida enfim, recomeça, com ressonância nos tons
Reverberando em outros caminhos os novos sons
E as palavras recém nascidas em outra poesia  se fez
Recomeçando novo ano, vivendo um dia de cada vez

Grita forte a alegria, grita mais alto ainda a esperança dentro da gente
Só é feliz, quem não só ama, mas também sente
E sentindo-se renovações revela o que há no interior
Trazendo pra dentro da gente um novo ano, de muita paz, alegria e amor...












E que deixemos para trás todas as incertezas, todas as angústias e tudo aquilo que não nos fez bem. E que 2013 seja um novo ano, não apenas novo, mas renovado dentro da gente!

Um Feliz 2013 a cada um de vocês, e que Este novo ano que se inicia,
Nos traga ainda mais felicidades, emoções e novas poesias ;)

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Poema da Curva - Oscar Niemeyer



Não é o ângulo reto que me atrai,
Nem a linha reta, dura, inflexível criada pelo o homem.
O que me atrai é a curva livre e sensual.
A curva que encontro no curso sinuoso dos nossos rios, 
nas nuvens do céu, 
no corpo da mulher preferida.
De curvas é feito todo o universo,
O universo curvo de Einstein. 



(Oscar Niemeyer)
O Homem que aprendeu a transformar poesia em formas.



A VIDA É UM SOPRO!


sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Últimas horas de Novembro


















Novembro já se pôs no horizonte, indo além dos mares
Trazendo um novo dezembro de vida e novos ares.
Uma última noite para sentir os beijos doces e músicas calmas.
Reflorescendo novas cores em novas almas.
Vai passando, como poesia recitada, cantada dentro da gente
Em ritmo de paixões brandas, com um pouco de fogo ardente
Ah, sim, Novembro me deixa saudades de outros tempos
Me faz lembrar de olhares perdidos no vento
Vento que leva e trás outros dias.
Ventos que sempre nos levam a novas poesias
Novembro, mês de lembrar de quem já partiu
E nunca se esquecer daqueles com quem sorriu.
Trinta dias que vão chegando ao fim
E que as últimas horas de novembro, façam nascer um novo Dezembro dentro de mim

domingo, 11 de novembro de 2012

Uma ajuda ao amor sincero de um amigo


Hoje vou usar meu blog para ajudar um amigo meu.  Este amigo, se apaixonou  por  uma garota, e hoje eles brigaram por um motivo de desconfiança entre eles.  E depois de uma longa conversa, e vários momentos de choro  entre nossa amizade, pude perceber  ele realmente a amava. Meu amigo, é um cara forte, o dobro do meu tamanho, e uma pessoa de caráter sem igual. Uma espécie de anjo da guarda  musculoso. E hoje, na minha frente, pela primeira vez ele chorou por causa de uma mulher.
Alguém assim como ele, não se apaixona todos os dias, quando alguém entra em seu coração, é porque é amor de verdade. E por causa disso, venho aqui,  humildemente pedir para que meus seguidores e fãs deste blog me ajudem a reconciliar este amor entre estes dois. Prometi a ele que passaria a noite inteira escrevendo se fosse preciso, até que esta mensagem chegasse até a Patrícia. E que ela entendesse que este amor, não é algo passageiro.  É algo pra vida toda.
Vou terminar esta postagem como de costume, com uma poesia. Em homenagem,claro, a este amor  que como poeta, não posso deixar acabar, sem ter feito algo entre eles.


Dos dias tristes, criei forças em teus olhos
Fiz-me presente, em tua lembrança
Fazendo de mim, parte de ti.
Como criança que vive um pedaço de infância.

Fui feliz com teus sorrisos.
Admirando teu jeito terno de mulher.
Caminhando pelas ruas estreitas
Como quem caminha entre meu viver


Chorei e sorri por ti.
E ainda chorarei mil vezes mais.
Tu és minha estrela guia
Com quem aprendi a não desistir jamais

E hoje, e peço em lágrimas
Uma nova chance e um perdão
Para te fazer feliz de novo
E entrar de vez no teu coração

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Afinidade ao amor próprio


















Introdutório é o amor que nos mantém
Sobrescrito em anteparo do próprio tempo
Entre desdém de gritos tão calados
Força a alma a se jogar contra fortes ventos

E segue manso enfim, o que é subentendido
Submetido a razão do próprio ser
E é assim, tão fácil de ser notado
Em cada canto do nosso próprio viver

Contradigo-me em contextos desiguais
Para criar finais felizes sem pretexto.
E no figurativo da palavra, faço invisível
Todo amor que às vezes eu esqueço

E seguramente, vivo amando ser assim
Cuidando um tanto mais de mim
Nos momentos frágeis que passei.

Faço firme o pensamento em dia de sol
Para que nas noites, ele me guie como um farol
Nos caminhos desconhecidos que ainda não andei.