terça-feira, 21 de outubro de 2014

Retomando...

Bloquinho com poesia minha, escrita pela Lívia
Olá meus caros amigos, o blog do aprendiz, enfim será retomado, depois de um longo período de inquietudes deste poeta que vos escreve. Andei por lugares vazios, por vidas vazias e pro mundos próprios, refiz meus conceitos errôneos, que continuaram errôneos, mas pelo menos agora refeitos. Eu vi o meu reflexo no espelho da vida, sendo testemunha assistida dos meus defeitos que sempre me colocavam invulneráveis a mim mesmo.
Mas o tempo das inconsistências foi se dissipando, cada vez mais e mais e agora a poesia voltou a fazer sua morada por aqui.
Agradeço aos que aqui permaneceram, aos que esperaram pacientes por este aprendiz, aos que confiaram na minha escrita e principalmente, aos que nunca me deixaram desistir. Esta minha volta é graças a vocês.
Um super abraço especial à minha amiga de blog Denise Oliveira, que sempre muito carinhosa, nunca deixou de visitar esta janela da minha alma ao qual chamo de Escritos Desvairados.
E um super abraço especial também a minha querida Livia Garcia, mas do que uma fã, uma irmã que ganhei através deste blog.
Passado este momento de agradecimentos, hora da nossa boa e velha poesia de sempre


Resetei formas antigas de pensar
Pelo fato de elas me faltarem o respeito
Com a própria expressão literal
Que obviamente, nunca foi minha por direito.

Busquei a espiritualidade das palavras
Dedicando amor incondicional
Libertando todo sentimento
Amando cada momento por igual

Vivi paradigmas intensos
Acreditando ser impenetrável
Mas eis que no íntimo da alma
Todo ser é vulnerável.

E dos meus sórdidos erros
Fiz aprendizado consciente
E aos poucos, fui me levantando
Para viver o que ainda há pela frente


terça-feira, 8 de julho de 2014

Memórias - Banda Malta




Hoje eu vejo que não consigo entender
O que houve entre nós
Eu ainda consigo ouvir sua voz
Me dizendo o que eu já sei
Tudo tem um começo e um fim
Eu vejo a dor em seu olhar
E mesmo sem querer eu te deixo partir
Pra que possa tentar ser feliz outra vez
Recomeçar
E quando eu me perco em suas memórias
Deixo o espelho contando histórias
Sei que é difícil de esquecer essa dor
E quando penso no que vivemos
Fecho os olhos, me perco no tempo
Pra mim não acabou
Tudo tem um começo e um fim
Eu vejo a dor em seu olhar
E mesmo sem querer eu te deixo partir
E quando eu me perco em suas memórias
Deixo o espelho contando histórias
Sei que é difícil de esquecer essa dor
E quando penso no que vivemos
Fecho os olhos, me perco no tempo
Pra mim...
Sei que você vai seguir, mas eu não vou desistir
Eu espero que você se entregue nesse amor
Sei que você vai seguir, mesmo com a dor vai lembrar de mim
Hoje eu vejo que não consigo entender
O que houve entre nós
E quando eu me perco em suas memórias
Deixo o espelho contando histórias
Sei que é difícil de esquecer essa dor
E quando penso no que vivemos
Fecho os olhos, me perco no tempo
Pra mim não acabou
Pra mim não acabou




Link: http://www.vagalume.com.br/malta/memorias.html#ixzz36ttrZ3I7

sábado, 31 de maio de 2014

(Des)Concerta-me















Do tato ao teto
Tocar-te, sem medo.
Poesia despida
Corpos unidos
Fluindo num mesmo pulsar.

Desconcerta-me
      concerta-me novamente
                                mente que me ama
E eu acredito, por uma noite.
Por uma vida inteira.
Ou só... acredito.

Do que não tenho dito, não me importo
Do que me importo é do que digo.
E hoje, eu só quero dizer, fica comigo.
Pelo tempo que quiser.

Puder.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

O conto da Alice Inventada Parte I

[Apresentação]
"E havia aquela garota, que tinha os olhos da cor do mar em dia de tempestade. E ao olhá-los, só se via um turbilhão de sentimentos e sensações. Todavia, aquele olhar carregava a magia. Carregava mistérios incógnitos que nem ela ousava desvendar. Ou desventurar-se em si mesma a levaria de volta a pensamentos distantes. Pensamentos que, agora estavam ocultos sobre o mar em seus olhos. E eu era o pobre marujo que ao contrário dos demais, queria morrer lentamente naquela tempestade, porque se o mundo realmente acabasse hoje, valia a pena morrer embriagado no olhar daquela garota ao qual, imaginavelmente passei a chamar de Alice. E Alice, trazia dentro de si, seu próprio mundo de segredos e verdades"

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

"Janeirando"


















O novo.
Que quebra a grafia
Inspira semântica nas equações
de toda a teoria.

O velho
Sabedoria parafraseada
Num parágrafo de linhas tortas
De mãos meio trêmulas em toda enseada.

As ondas.
Ondulações vocabulárias
Das frases não ditas
e fases mal interpretadas.

O tempo.
Que não passa.
De invenção criada.
Pra dar impressão errada.

Nós.
Que éramos tão sós.
No novo, no velho.
Nas ondas do tempo
Na poesia mal articulada.