sábado, 18 de novembro de 2017

Não censurarão a Poesia! #NãoVãoCalarAMinhaVoz









(A Poesia à Seguir é um ATO DE REPUDIAÇÃO à rede social:  Facebook que sem motivo algum, impediu este poeta de compartilhar as poesias de sua Página em grupos que reúnem outros aprendizes de poeta. Num ato covarde de humilhação e opressão a arte da poesia, que afirmo e reafirmo, nunca fez apologia a crime ou idealismo algum e muito menos denegriu a imagem de qualquer outro ser humano.  Este poeta PERMANECERÁ com sua poesia e digo e repito em alto e bom som: NÃO VÃO CALAR A MINHA VOZ!)




Censurado!
Calado!

Oprimido!
Nas terras dos bem nascidos
Rimas e versos são mudos.
E os que ouvem, se fazem de surdos.
Violência, Miséria, Pornografia, Destruição.
Eles podem.
Eu não.
Quando se cala a poesia
Se mata aos poucos a alegria
De quem já vive em agonia
Num mundo completamente louco.
E nós poetas, Cada vez mais poucos
Vamos deixando-nos calar.
Não por medo de falar
Mas porque uma hora, cansa.
E a poesia, que outrora era mansa
Agora esbraveja e CLAMA POR LIBERDADE
Pedindo um pouco de igualdade
Nesse mundo de caos e individualidade.
Vivemos a Era da Escuridão
Onde nem o escárnio tem perdão.
Mas terras da corrupção e prostituição
Fazer verso virou crime
Mas este poeta que não se oprime
Ecoará FIRME SEUS VERSOS AINDA MAIS FORTE!
E o grito que eu grito é:
A POESIA LIVRE, OU A PRÓPRIA MORTE!

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

De volta à Cidade do Medo (Capítulos disponíveis no Wattpad)



O primeiro romance policial do autor deste blog: F.H.Canata agora está com seus primeiros capítulos disponível GRATUITAMENTE  no Wattpad 


Um Romance Policial que promete te intrigar do início ao fim!

Sinopse:
Fred leva uma vida tranquila numa cidade do interior paulista, até que sua vida sofre um grande abalo. Após passar por uma tragédia e ter que lidar com a responsabilidade da culpa, ele decide deixar sua cidade natal e mudar-se para a capital, tentar recomeçar a vida longe das lembranças de seus erros
.
Sete anos se passa e ele é agora Frederico Machado, investigador da DHPP de São Paulo, mesmo atormentado pelas lembranças do passado ele consegue seguir sua vida solucionando homicídios e está prestes a ser delegado. Mas então uma ligação no meio da noite de um antigo amigo do passado muda tudo.
Na manhã seguinte, lê nos jornais que Murilo cometeu suicídio. O mesmo amigo que na noite anterior lhe fez uma ligação misteriosa e cheia de palavras que antes pareciam desconexas, mas que agora lhe dão apenas uma certeza, não fora suicídio. Seu amigo havia sido assassinado.
Fred então terá que voltar a cidade que lhe traz péssimas lembranças, uma cidade que lhe traz recordações que ele não quer relembrar. Mas é obrigado a enfrentar os fantasmas de seu passado para solucionar o assassinato de seu amigo.
Junto com outro velho amigo que agora é delegado, Fred e Edvaldo logo vão descobrir que a morte de Murilo foi apenas o começo. Outros eventos misteriosos vão colocar a sanidade de Fred a prova e ele terá que lidar com seus demônios pessoais, terá que remexer em velhas e doloridas lembranças na tentativa de capturar um misterioso assassino que parece ligado a seu passado e dedicado a vê-lo cada vez mais perdido em seus medos e tormentos.
E logo ele descobrirá que a vida de todos a sua volta correm um grande risco…

De volta a cidade do Medo é um romance policial que levará o leitor a uma enigmática caçada a um assassino misterioso e calculista, ao mesmo tempo em que despertará a curiosidade de seus leitores sobre o intrigante passado de seu protagonista cheio de lacunas e mistérios, é um livro que nos fará pensar até que ponto somos capazes de enfrentar nossos medos sem perder a sanidade.

sábado, 11 de novembro de 2017

Contemplador do Universo














Olhava o céu, esperando
Que s nuvens escuras
Fossem se dissipando
E levassem com ela as amarguras

Passava horas olhando estrelas
Imaginando ser tão pequeno
Vivendo emoções tão verdadeiras
Em seu simples viver manso e sereno

De manhã via o brilho do sol raiar
E a noite contemplava a lua como um amante.
Esperava paciente, de novo voltar a mar
Como um dia amou antes

E o céu era um espelho
Que refletia seu mundo inteiro
Em toda sua vasta extensão.

E ele era só um contemplador do universo
Querendo um amor mais concreto
Pra acalmar seu gigante coração.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

E de novo, a bailarina

















Pisava em passos leves
A bailarina inquieta
E com movimentos breves
Ao dançar sentia-se completa.

Refugiando-se em sua dança
Fazia reverberar uma risada discreta
Recuperando aos poucos sua confiança
Porém ainda nem tão feliz e completa.

Bailarina persistente
Se faz valente
E permanece dançando.

Apesar dos sofrimentos
Não desiste fácil de seus pensamentos
E ainda continua sempre se amando...


sábado, 4 de novembro de 2017

Retrato mal emoldurado
























Falam-se, as inquietudes mal faladas
Num jogo de palavras
Desprovido de memória.
Antes apego, hoje história.
E fica-se no gosto da lembrança penuriosa
Como numa tarde chuvosa,
A sensação de frio.
E o vazio.
Onde antes bombeava as artérias
Hoje é só misérias
Em falsos relatos
E nem os retratos
Ficaram intactos.
Todos posto pra fora
Como se quem chora
Fosse o motivo do choro alheio.
E o poeta então, fica só em seu devaneio
Já que das fotos, não sobraram nem molduras
Ele faz poesias duras
Falando às vezes de amarguras
Que carrega no próprio peito.
Aprendeu que suas palavras tem efeito
E que sua poesia sem jeito
É a única a confiar nele, depois de tanto ter errado.
E antes ser um poeta fracassado
Do que nunca ter tentado
E ser só mais um retrato mal emoldurado.